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Elétrico ou térmico: a conta de quem faz 3.000 km por mês

A lei nova não escolheu o teu carro por ti, mas inclinou a mesa: dois anos extra de vida útil só para elétricos puros. A decisão continua a ser aritmética — e há quatro parcelas onde ela realmente se joga.

O que a lei mudou nesta escolha

As quatro parcelas onde se decide

ParcelaElétricoTérmico
Energia por kmbaixa e estável — cerca de 0,04 €/km num citadino pequenoacompanha o preço do combustível
Manutençãomenos peças a desgastarrevisões, embraiagem, escape, filtros
Tempo paradocarregar ocupa horas que podias faturarcinco minutos na bomba
Vida útil legal12 anos10 anos

O erro comum é comparar só a primeira linha. Um elétrico ganha aí quase sempre — e pode perder tudo na terceira, se carregares em horário de trabalho em vez de carregar enquanto dormes.

Fazer a conta em vez de escolher por opinião

Pega no custo por quilómetro de cada hipótese e multiplica pelos teus quilómetros anuais. É a mesma folha do artigo sobre quanto te custa o carro por km, com duas colunas em vez de uma. A diferença anual entre as colunas costuma ser maior do que qualquer campanha de financiamento.

Perguntas frequentes

Um elétrico pode trabalhar em TVDE até aos 12 anos?

Sim, se for exclusivamente elétrico. Os restantes veículos, incluindo híbridos plug-in, ficam pelo limite dos 10 anos.

Compensa mudar para elétrico só pela idade máxima?

Só se as restantes parcelas acompanharem: energia, manutenção e sobretudo o tempo parado a carregar, que é faturação que não fazes.

Quanto custa a energia de um elétrico por quilómetro?

Num citadino pequeno, a referência usada pelo site é cerca de 0,04 €/km, mas depende do preço a que carregas e de onde carregas.

Fontes

Isto é informação, não é aconselhamento jurídico. Em caso de dúvida, o que vale é o texto publicado em Diário da República.

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Escrito com apoio de ferramentas de IA e revisto por Mário Mineiro, que responde pelo conteúdo.