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Coimas e fiscalização: o que passou a custar caro

A parte da lei que ninguém lê é a que decide quanto custa um erro. Os valores subiram, e a lista de infrações passou a incluir coisas que antes se resolviam com um encolher de ombros.

Os valores

QuemCoima
Pessoas singulares (motoristas)de 250 € a 4.500 €
Pessoas coletivas (operadores, plataformas)de 5.000 € a 44.000 €

O tecto para pessoas coletivas era de 15.000 euros no regime anterior. Passou para 44.000 — quase o triplo. É o sinal mais claro de que o legislador quis pôr o custo do incumprimento do lado de quem tem estrutura.

O que passa a ser infração

O que a fiscalização vai conseguir ver

A grande diferença não são os valores, é a plataforma de partilha de dados do IMT: um sistema que cruza licenças, certificados, matrículas, inspeções e seguros, com acesso da Autoridade Tributária e da Segurança Social dentro das respetivas competências. Deixa de ser preciso mandar parar para saber se está tudo em dia — as especificações técnicas ainda dependem de portaria, mas a direção está escrita.

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Perguntas frequentes

Qual é a coima máxima para um motorista TVDE?

Para pessoas singulares, as coimas vão de 250 a 4.500 euros; para pessoas coletivas, de 5.000 a 44.000 euros.

A plataforma é responsável se eu trabalhar sem certificado válido?

A lei prevê a falha de bloqueio pela plataforma como infração autónoma: a plataforma responde por deixar operar quem não reúne condições.

Como é que o IMT vai verificar tudo isto?

Através de uma plataforma de partilha de dados gerida pelo IMT, que valida licenças, certificados, matrículas, inspeções e seguros; as especificações técnicas dependem de portaria.

Fontes

Isto é informação, não é aconselhamento jurídico. Em caso de dúvida, o que vale é o texto publicado em Diário da República.

Onde estar agora

Aeroporto, cruzeiros e saídas de eventos com hora, gerados dos eventos reais do dia.

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