Chuva, greve e feriado: os dias que pagam a diferença
Há dias em que o mês se decide. Não são os dias com mais horas ao volante — são os dias em que a procura muda de forma e quase ninguém está posicionado para isso.
Chuva
A chuva transforma quem ia a pé em passageiro. O efeito é imediato e concentra-se nas viagens curtas urbanas — precisamente a faixa onde o €/km mínimo é o mais alto da tabela, 1,20 €/km abaixo dos 5 km. Aceitar curtas num dia de chuva é o contrário de aceitar curtas num domingo de sol.
- Fica em zonas densas e com pouca cobertura de metro; não vás para longe atrás de uma corrida grande.
- Aceita curtas encadeadas: três de 4 km valem mais do que uma de 12 km com espera pelo meio.
- Cuidado com o trânsito: se o €/min cair abaixo de 0,40, a chuva já não está a compensar.
Greve de transportes
Uma greve de metro ou de autocarros é o único evento que produz procura durante horas seguidas, e não em picos de 60 minutos. A procura nasce onde as pessoas iam apanhar transporte: interfaces, estações, terminais e as paragens grandes das avenidas.
- Posiciona-te junto de interfaces, não no meio do centro.
- Começa cedo: o pico de uma greve é às 7h–9h, quando as pessoas descobrem que não têm como ir.
- Sem tecto na tarifa dinâmica, um dia de greve pode render muito acima de um dia normal — mas a conta continua a ser €/km e €/min.
Feriados e pontes
Os feriados invertem a cidade: o centro esvazia, o aeroporto enche, e a véspera à noite é quase sempre mais forte do que o próprio feriado. Os dois blocos a marcar são a véspera à noite e o regresso ao fim do dia seguinte.
Como preparar estes dias
Ao domingo, olha para os sete dias do plano do Porto ou de Lisboa e marca os blocos ⭐. Depois junta-lhe a meteorologia e as greves anunciadas. São dez minutos de preparação que valem mais do que duas horas extra à sexta-feira.
Perguntas frequentes
Muda: aumenta a procura urbana curta, onde o €/km mínimo é mais alto. O risco é o trânsito, que faz cair o €/min.
Junto de interfaces, estações e terminais, e a começar cedo — o pico é entre as 7h e as 9h.
Normalmente a véspera à noite, mais o regresso ao fim do dia seguinte. O próprio feriado costuma ser fraco no centro.
Fontes
Isto é informação, não é aconselhamento jurídico. Em caso de dúvida, o que vale é o texto publicado em Diário da República.
Aeroporto, cruzeiros e saídas de eventos com hora, gerados dos eventos reais do dia.
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Escrito com apoio de ferramentas de IA e revisto por Mário Mineiro, que responde pelo conteúdo.